
Estou nesse momento dançando sob a capa de devaneios criados por uma mente reflexo autentico da sociedade que a criou. Não nascemos mais, apenas somos criados, gerados ou até cuspidos de uma força doentia e fora de ordem, seguindo padrões que indicam a que tamanho crescerá nossa felicidade, infeliz é esse que se deixa sucumbir diante da força imaginária dessa civilização. São os padrões que me chocam, querem me fazer lilás por que a cor está na moda, eu quero ser azul, mas não terei paz se for azul, não me darão paz se eu escolher ou o azul ou o verde. Romperei em breve essa barreira, não serei lilás, serei azul, afinal ter a paz que os outros me dão não é nada comparada a paz de ser azul.
Hoje sou um anjo magoado por não me deixarem ser anjo...

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