
Não existe nada pior do que a ignorância humana, como se reportar a alguém que nem falar sabe, nem argumentar, muito menos escutar?
Existe um abismo enorme entre o imoral e os que tentam fazer algo em prol da justiça, em nomes de outros. Primeiro devo expressar a diferença gritante entre o ignorante que teve pouca ou nenhuma instrução acadêmica e o ignorante de alma, não é pra os pobres seres humanos que não lhe foram dados o direito a educação, pessoas essas a maioria de bem, que se contentam e conformam com o que tem, não é a esses que o texto é destinado, é para os pobres de espírito. Esses ignorantes a que se dão sentido a essa terminologia de senso comum, são aos que não sabem baixar a cabeça quando estão errados e pedir desculpas, são aos que não tem o que argumentar e por isso gritam, são os que não conseguem solicitar por não saberem sequer escolher o tom, despertando assim um ódio gratuito e uma raiva explicável que lhe acompanham eternamente.
É a esses que tenho que rezar, são a esses que a celebre frase “ perdoe pai, eles não sabem o que fazem” dita por Jesus Cristo aos pés de sua morte, se direciona. São esses que se juntam a outros e acreditam piamente que por estarem em grupo tem o direito de atrapalhar a vida de alguém, interromper um fluxo natural, ou impedir o direito do outro de se concretizar, são a esses que meu coração se derrama de tristeza e de pena, por pensarem que seu julgamento não ocorrerá, nada escapa aos olhos do pai e de seus filhos, algum dia derramará um rio de lagrimas por alguém que em algum momento fez derramar uma única em quem não merecia chorar.
Existe um abismo enorme entre o imoral e os que tentam fazer algo em prol da justiça, em nomes de outros. Primeiro devo expressar a diferença gritante entre o ignorante que teve pouca ou nenhuma instrução acadêmica e o ignorante de alma, não é pra os pobres seres humanos que não lhe foram dados o direito a educação, pessoas essas a maioria de bem, que se contentam e conformam com o que tem, não é a esses que o texto é destinado, é para os pobres de espírito. Esses ignorantes a que se dão sentido a essa terminologia de senso comum, são aos que não sabem baixar a cabeça quando estão errados e pedir desculpas, são aos que não tem o que argumentar e por isso gritam, são os que não conseguem solicitar por não saberem sequer escolher o tom, despertando assim um ódio gratuito e uma raiva explicável que lhe acompanham eternamente.
É a esses que tenho que rezar, são a esses que a celebre frase “ perdoe pai, eles não sabem o que fazem” dita por Jesus Cristo aos pés de sua morte, se direciona. São esses que se juntam a outros e acreditam piamente que por estarem em grupo tem o direito de atrapalhar a vida de alguém, interromper um fluxo natural, ou impedir o direito do outro de se concretizar, são a esses que meu coração se derrama de tristeza e de pena, por pensarem que seu julgamento não ocorrerá, nada escapa aos olhos do pai e de seus filhos, algum dia derramará um rio de lagrimas por alguém que em algum momento fez derramar uma única em quem não merecia chorar.
texto original de Nathália Batista

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